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#10342
Remetente não identificado 24/08/2014
ESSA CONDIÇÃO AFETIVO-EMOCIONAL POSSUI UMA DENOMINAÇÃO MÉDICA: "ATIMIA", do grego "athumía", QUE CONSISTE NA AUSÊNCIA DE SENTIMENTOS E DE MANIFESTAÇÕES AFETIVAS. TAL CONDIÇÃO É COMUM EM PORTADORES DE ESQUIZOFRENIA. ISSO NÃO QUER DIZER QUE VOCÊ SEJA PORTADORA DE ESQUIZOFRENIA. O MAIS PROVÁVEL É QUE ISSO SEJA APENAS UM TRAÇO ISOLADO DA SUA PERSONALIDADE, POIS NO QUADRO COMPLETO DA ESQUIZOFRENIA O PORTADOR DA ENFERMIDADE NÃO TEM CONSCIÊNCIA DA SUA (DELE) CONDIÇÃO AFETIVA, COMO ESTÁ A OCORRER COM VOCÊ. DEVE SER BIZARRO, VIVER COMO UM ESPECTADOR PASSIVO. COMO SE O MUNDO FOSSE UM FILME QUE VOCÊ ESTÁ ASSISTINDO. OU UM QUADRO NA PAREDE, QUE VOCÊ MIRA SEM EMOÇÕES, SEM SOFRIMENTOS E SEM ALEGRIAS. OU SEJA, FORA DA CONDIÇÃO HUMANA.
Respondido em 25/08/2014
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#40412
Remetente não identificado 28/07/2018

Larga de besteira, seja moderno, traga ela de volta, seja compreensivo e deixa a danadinha ser feliz. Com o tempo você vai se acostumando. Mas, não esqueça, peça que ela não se confunda com os nomes...

Respondido em 30/07/2018
2 Comentários 26 curtidas    113 Acessos
#40425
Remetente não identificado 30/07/2018

Hoje eu almocei lá. Gostei. Os funcionários com os quais conversei também aprovaram.

Respondido em 30/07/2018
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#40380
Remetente não identificado 26/07/2018

Que coisa, o que era pra melhorar piorou!!? Nammm...

Respondido em 28/07/2018
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#40399
Remetente não identificado 27/07/2018

Deixe comigo. Na segunda cuidarei disso.

Respondido em 28/07/2018
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#40423
Remetente não identificado 30/07/2018

😁

Respondido em 30/07/2018
1 Comentário 18 curtidas    101 Acessos
#40428
Remetente não identificado 30/07/2018

Opa, vou examinar isso. Alô hotelaria, vamos lá??

Respondido em 30/07/2018
0 Comentários 11 curtidas    82 Acessos
#28406
Remetente não identificado 28/01/2017
Não entendi. Qual frase nos meus textos lhe parece copiada? Aquilo que dizemos ou escrevemos é fruto de um somatório de pensamentos, de impulsos inconscientes, de memórias conscientes e até de heranças ancestrais. Imagine só, alguém, ao escrever uma frase ou enunciar um pensamento, ter sempre que se perguntar: -"será que alguém pensou isso antes, será que alguém já enunciou esse pensamento com as mesmas palavras??". Mas, sem grilos, se você identificou alguma frase que tem autor conhecido, diga lá o nome do cabra e eu cuidarei fazer constar a autoria. Pra te dar uma ideia de como essa questão da autoria de frases é confusa, vou contar uma historinha real: Em 1978, na época mais dura da ditadura militar, o deputado Ulisses Guimarães decidiu se candidatar a presidente da república do Brasil, mesmo sabendo não ter qualquer chance de ser eleito e muito menos de tomar posse. Os militares, que comandavam com mão de ferro a vida política do país, jamais permitiriam que um opositor do regime se tornasse presidente. Por isso, numa entrevista, um repórter perguntou a Ulisses a razão da sua candidatura sem chances, pois seria um batalha perdida, uma morte anunciada. Ele então respondeu: "navegar é preciso, viver não é preciso". Com isso ele queria dizer que é preciso lutar, sempre. Logo toda a imprensa denunciou Ulysses como plagiador do poeta português Fernando Pessoa, que haveria sido autor da mesma frase, há mais de cem anos, no seu poema "Palavras de pórtico". Tempos depois se identificou a mesma frase num escrito de Petrarca, poeta italiano renascentista, que viveu 600 anos antes de Fernando Pessoa. Logo em seguida outros pesquisadores descobriram que, numa discursão com seus comandados, no ano de 52 antes do nascimento de Cristo (ou seja, 1300 anos antes do Petrarca) o brilhante general romano Pompeu Magno já havia pronunciado a frase "navigare necesse, vivere non est necesse" (navegar é preciso, viver não é preciso). Pois bem, recentemente surgiu o comentário de que tal frase já estaria escrita na proa da mitológica nau grega "Argó", na qual heróis navegavam os mares em busca de surpresas, conquistas e perigos, conforme os cantos da Odisséia. Essa obra foi escrita por Homero (que viveu 800 anos antes de Pompeu Magno) onde ele glorifica as aventuras do grande guerreiro grego chamado... Ulisses! E assim, a história dessa frase se inicia há 3.300 anos, com um Ulisses grego e se continua - no inconsútil fio do tempo - com um Ulisses brasileiro.
Respondido em 29/01/2017
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