Dor no corpo intensa e generalizada, associada a cansaço importante e sono não reparador, pode ter várias causas. Algumas das mais comuns são:
1. Infecções virais
Como gripe, COVID-19, dengue e outras viroses. É comum haver:
Dor no corpo e nas articulações.
Fraqueza intensa.
Dor de cabeça.
Falta de apetite.
Tosse, em alguns casos.
2. Pneumonia ou bronquite
Principalmente se ainda há tosse com catarro, mal-estar e dificuldade para recuperar as forças.
3.Dengue
Dependendo da região onde você mora, pode causar:
Dor intensa “nos ossos”.
Dor atrás dos olhos.
Febre.
Cansaço extremo.
## Agende consulta com clinico geral, ou com pneumologista. .
Os sintomas que você descreve sugerem uma infecção respiratória aguda, provavelmente viral (como gripe ou COVID-19). Mas também pode haver uma bronquite ou pneumonia, principalmente porque:
Começou com dores no corpo e nas articulações.
Houve dor de cabeça.
Surgiu tosse com muito catarro.
Não houve coriza importante.
Após vários dias, permanecem: tosse produtiva intensa; falta de apetite; fraqueza importante, inclusive para caminhar.
Esses sinais merecem avaliação médica ainda hoje, ou amanhã.
Procure um pronto atendimento ou uma consulta presencial com clínico geral, ou pneumologista, se estiver apresentando:
Falta de ar ou cansaço ao respirar.
Dor no peito.
Febre persistente ou que voltou após ter melhorado.
Saturação de oxigênio abaixo de 94% (se você tiver um oxímetro).
Sonolência excessiva.
Incapacidade de se alimentar ou beber líquidos.
Fraqueza intensa para andar ou realizar tarefas simples.
Idade acima de 60 anos ou doenças crônicas (diabetes, problemas cardíacos, pulmonares etc.
Exames necessários:
Tomografia do torax.
Hemograma.
PCR (proteína C reativa).
Testes para COVID-19 e influenza.
Enquanto aguarda a avaliação medica;
Beba bastante líquido (água, chás, água de coco, sopas).
Tente fazer pequenas refeições várias vezes ao dia, mesmo sem fome.
Descanse muito.
Se houver febre ou dores, pode usar paracetamol ou dipirona.
## Evite iniciar antibióticos por conta própria.
Imagino que você esteja se referindo a uma fissura anal. Lembre-se de que uma coceira anal nem sempre é causada por fissura. Hemorroidas, dermatites, infecções por fungos ou parasitas e outras doenças da região anal também podem provocar esse sintoma.
Por isso, o mais prudente será você agendar consulta com proctologista.
Essa combinação de falta de ar + palpitações + escurecimento da visão durante o esforço é um sinal de alerta em cardiologia e deve ser investigada com urgência, principalmente se você nunca apresentou esses sintomas antes ou se eles passaram a se repetir em todos os exercícios. Embora em alguns casos possam estar relacionados a ansiedade, descondicionamento físico ou anemia, é importante excluir doenças cardíacas mais sérias.
A primeira especialidade a procurar é a Cardiologia.
Exames iniciais que são solicitados para casos como o seu:
1. Eletrocardiograma (ECG)
2. Ecocardiograma
3. Holter de 24 horas (ou monitor de eventos)
4. Teste ergométrico (teste de esforço)
5. Exames laboratoriais:
Hemograma (anemia)
Glicemia
Função renal
Eletrólitos (sódio, potássio, magnésio)
TSH e T4 livre (tireoide)
Perfil lipídico
Até ser avaliado pelo cardiologista:
Suspenda exercícios intensos.
-Evite correr ou treinar sozinho.
-Mantenha-se hidratado.
- Não retorne às atividades habituais sem esclarecimento das queixas.
Sim. Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881) e agende sua endoscopia.
Seu caso é típico de trombose hemorroidária externa, que costuma se apresentar exatamente assim: um nódulo doloroso, endurecido e arroxeado (roxo) ao redor do ânus, causado por um coágulo de sangue.
O que fazer:
1.Banhos de assento mornos
-10 a 20 minutos, 3 a 4 vezes ao dia.
2.Evitar prisão de ventre
-Beba bastante água.
-Aumente fibras na alimentação (frutas, verduras, aveia).
-Use um laxativo suave (psyllium ou polietilenoglicol)
3.Analgésicos
Para as dores use anti-inflamatórios não esteroides (ibuprofeno, diclofenaco, cetoprofeno ou naproxeno). Em geral, o mais seguro é Paracetamol, se não houver doença hepática. Ou dipirona.
4.Evitar esforço
-Não permanecer muito tempo sentado no vaso sanitário.
-Evitar carregar peso e fazer força para evacuar.
## Se a dor é intensa e o quadro começou há menos de 48 a 72 horas, um proctologista pode realizar uma pequena incisão para retirar o coágulo, proporcionando alívio rápido. Após esse período, costuma-se preferir tratamento conservador.
Procure um proctologista ou pronto atendimento se houver:
-Sangramento importante.
-Dor insuportável.
-Febre.
-Vermelhidão que se espalha.
-Secreção purulenta.
-Aumento progressivo da lesão.
-Dúvida quanto ao diagnóstico.
A persistência de esteatose hepática grau 3 apesar da dieta, da atividade física e do acompanhamento médico é comum e não significa que o tratamento esteja falhando. Existem várias possibilidades:
1. Perda de peso insuficiente:
Em geral, uma perda de 7% a 10% do peso corporal costuma ser necessária para uma melhora significativa da esteatose.
2. Resistência à insulina e síndrome metabólica:
Diabetes, pré-diabetes, colesterol elevado, triglicerídeos altos e obesidade abdominal podem manter a gordura hepática, mesmo em pessoas que se cuidam.
3. O exame utilizado pode não refletir bem a evolução:
A ultrassonografia convencional é um método pouco sensível para acompanhar pequenas mudanças. Às vezes, a quantidade de gordura diminuiu, mas o laudo continua classificando como grau 3. A Ressonância magnética com quantificação de gordura hepática é o método mais preciso para classificar o grau de esteatose hepática.
4. Consumo de álcool ou medicamentos:
Mesmo pequenas quantidades de álcool, ou alguns medicamentos, podem dificultar a regressão da esteatose.
5. Predisposição genética:
Algumas pessoas apresentam variantes genéticas que favorecem o acúmulo de gordura no fígado, tornando a melhora mais lenta.
6. Pode haver inflamação ou fibrose associada:
Mais importante que o “grau 3 de gordura” é saber se existe fibrose hepática. O grau de esteatose (1, 2 ou 3) é menos importante do que a presença de fibrose. É a fibrose que determina o risco de evolução para cirrose e suas complicações.
Por tudo isso, converse com seu gastroenterologista sobre:
-Peso atual, altura e circunferência abdominal.
-Glicemia, hemoglobina glicada, colesterol e triglicerídeos.
-AST (TGO), ALT (TGP), GGT e plaquetas.
-Realização de ressonância com quantificação de gordura, caso ainda não tenha sido feita.
Ter exames normais não elimina totalmente os riscos, mas reduz bastante a chance de problemas graves com uso de Mounjaro. Na grande maioria das pessoas, quando indicado corretamente e acompanhado por um médico, o Mounjaro é uma medicação segura e muito eficaz para perda de peso. Se você não for portador(a) de hipertensão, diabetes ou apneia do sono, o Mounjaro é uma opção bastante razoável.
Com 1,65 m e 78 kg, seu IMC é de 28.7. Isso é um sobrepeso. Ainda não é uma obesidade grau I..
Comece com a menor dose e vá acompanhando os efeitos.
Procure atendimento médico se surgirem dor abdominal intensa, vômitos ou sinais de desidratação.
Não esqueça de, além de usar o medicamento, praticar atividades físicas diárias, sob orientação de personal.
Mas saiba que não é prudente usar Mounjaro sem a orientação de médico(a) endocrinologista ou clínico geral.
Chegue no Medclub cedinho, por volta das 7 horas da manhã da segunda e fale com uma das atendentes e peça que cadastrem logo seus exames, para ser atendida em regime de urgência (qualquer dificuldade mostre essa mensagem). Garanto que sua coleta será feita logo e os resultados estarão prontos e no seu e-mail, por volta das 16 horas do mesmo dia. Depois me conte como foi sua experiência.
Se o dente do siso vai ser extraído, especialmente se for um siso inferior, será muito prudente realizar pelo menos uma radiografia panorâmica antes do procedimento. Ela costuma ser suficiente e pode evitar surpresas durante a cirurgia.
Isso ajuda a avaliar:
-A posição do dente.
-O número e o formato das raízes.
-A relação com o nervo alveolar inferior (nos sisos inferiores).
-A proximidade com o seio maxilar (nos sisos superiores).
-Presença de cistos, infecções ou outras alterações ósseas.
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