Sim, basta que essa pessoa leve aquele comprovante que você recebeu na clínica. Ou então levar uma foto do seu documento de identidade.
Se a tala está machucando a pele; muito folgada; escorregando; quebrada ou deformada; causando dor por pressão: ela pode precisar ser refeita ou ajustada.
Uma tala mal ajustada pode tanto provocar feridas quanto deixar de imobilizar adequadamente o membro operado.
O mais seguro é que a troca seja realizada por um profissional, como em: pronto-socorro; ambulatório de ortopedia; clínica de imobilização ortopédica; consultório do cirurgião ou ortopedista que realizou a cirurgia.
Com as informações apresentadas é possível concluir que:
-sua função hepática está totalmente normal;
-há ausência de hepatite viral ativa;
-háausência de sequelas laboratoriais;
-houve recuperação completa da sua doença de 3 anos atrás.
Por isso, eu não identifico uma contraindicação hepática ao uso do Mounjaro.
O episódio de 2023 continua compatível com uma hepatite aguda, mas, pelos resultados dos exames acima, é pouco provável que tenha sido hepatite A ou hepatite B. Uma hepatite medicamentosa, uma infecção viral não A/B/C ou outra causa transitória tornam-se hipóteses relativamente mais prováveis.
Mas nada disso impede que você use Monjaro.
Se foi uma consulta feita pelo Medclub, ligue para nosso Whats (3131.1881): as atendentes vão resolver seu problema. Depois me diga se deu certo.
Se você disser à atendente/recepcionista do Medclub 2 que precisa receber o resultado com urgência, ela cuidará para que você receba no mesmo dia. Se não for urgente, o resultado será entregue no dia seguinte.
O caso do seu pai é muito, MUITO SÉRIO. A minha impressão é de que seu pai precisa ser reavaliado com urgência em um hospital, por uma equipe que conte com cirurgia vascular e ortopedia, além do infectologista. Não será nada prudente apenas observar a evolução em casa esperando o antibiótico fazer efeito. Veja bem: o pé do seu pai apresenta um edema importante, com áreas de coloração arroxeada, uma lesão plantar que parece corresponder ao local da perfuração e uma extensa área de descolamento da pele. Para mim isso caracteriza um ERISIPELA EM PÉ DIABÉTICO, NUM PORTADOR DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA, ASSOCIADA A PERFURAÇÃO PLANTAR, FEBRE, CALAFRIOS E CONFUSÃO MENTAL. Não pode existir uma somatória de ameaças mais terrível do que essa, pois podemos estar assistindo a uma SEPTICEMIA, que vem a ser a ante-sala da morte.
Sobre suas perguntas:
1. Há necessidade de investigar abscesso?
Sim. A drenagem espontânea de pus sugere que houve formação de coleção purulenta. Mesmo quando parte do pus drena, podem permanecer coleções profundas.
2. Existe indicação de drenagem ou desbridamento?
Sim, pois o tratamento apenas com antibiótico costuma ser insuficiente.
Em muitos pacientes diabéticos, a retirada do tecido infectado ou necrótico é decisiva para controlar a infecção.
3. Deve-se pensar em osteomielite?
Sim, porque houve perfuração plantar; a evolução já dura vários dias; houve recorrência após antibiótico e existe drenagem purulenta.
4. A amoxicilina-clavulanato é adequada?
Sim. Ela é uma boa opção para infecções leves a moderadas por mordidas ou perfurações. Mas neste caso existem fatores que podem exigir outra abordagem: falha clínica após um primeiro antibiótico; febre persistente; possibilidade de abscesso; possibilidade de osteomielite; diabetes;insuficiência renal. Nessas situações, há necessidade de antibiótico intravenoso.
5. Há risco de corpo estranho?
Sim. Espinhos vegetais podem permanecer alojados no pé e manter a infecção ativa.
EM RESUMO: CORRA, CORRA. Leve seu pai, ainda hoje, para um hospital com capacidade para internação.
E depois me envie noticias. Me ajude a aprender
Vamos lá: é o seguinte, os colaboradores das empresas que criei e que hoje administro, ao lado da Érica, minha companheira, são uma parte muito importante da minha vida. Depois de tantos anos convivendo diariamente, deixam de ser apenas funcionários e passam a fazer parte da nossa grande família. São pessoas com quem compartilho sonhos, dificuldades, vitórias e uma parcela significativa da minha própria história. Não consigo me imaginar longe dessa tribo.
Nada me dá mais satisfação do que ver alguém crescer profissionalmente, ganhar confiança, assumir novos desafios e perceber que está construindo um futuro melhor. Esse é, com certeza, o maior dos prazeres de empreender.
Por isso, sempre que surge uma vaga de maior responsabilidade, nossa primeira opção é procurar quem já está conosco. Preferimos desenvolver talentos da casa a buscar alguém de fora. Nossos estagiários são o principal “viveiro” de novos valores da empresa. Os que demonstram dedicação, iniciativa, criatividade e espírito de equipe costumam ser efetivados e, com o tempo, vão assumindo posições cada vez mais relevantes.
Temos inúmeros exemplos de pessoas que começaram como menor aprendiz ou estagiárias e hoje coordenam setores inteiros da empresa. Da mesma forma, quando alguém apresenta uma boa ideia que melhora um processo ou gera bons resultados, fazemos questão de reconhecer isso. Muitas vezes com um bônus imediato, enviado por Pix; outras vezes com aumento salarial, promoções ou novas oportunidades.
Mas talvez o reconhecimento mais importante seja a confiança. Dar autonomia, ouvir, ensinar, delegar responsabilidades e abrir espaço para que cada um cresça. Dinheiro é importante, mas sentir que seu trabalho é valorizado costuma ser ainda mais transformador.
Quanto ao que as pessoas pensam da convivência comigo, acredito que as palavras delas falem melhor do que as minhas. Por isso, envio abaixo duas, entre as muitas mensagens que já recebi de pessoas que caminharam conosco e que hoje seguem novos rumos:
Mensagem 1:
“Boa noite, dr. Cerqueira.
Você sempre foi minha maior inspiração profissional. Com você, aprendi o valor da dedicação técnica e, acima de tudo, a importância de ser firme e dura quando o momento exige para proteger o que é certo.
Levarei os seus ensinamentos para sempre comigo, com a certeza de que parte de quem eu sou hoje como profissional devo a você.
Muito obrigada por tanto.”
Mensagem 2:
“Dr. José Cerqueira Dantas,
Sua trajetória sempre foi para mim uma referência de excelência, visão e integridade. Tenho grande admiração pela sua pessoa e pelo profissional que o senhor é, e sou eternamente grato pela convivência e aprendizado ao longo dos anos.
Parabéns pelo seu aniversário! Desejo-lhe muito sucesso, saúde e realizações hoje, amanhã e sempre!”
É o seguinte, se a falta de ar do seu pai voltou, não é seguro simplesmente reiniciar ou aumentar a furosemida por conta própria, principalmente porque ele tem pressão baixa e diabetes.
A furosemida só ajuda quando a falta de ar é causada por acúmulo de líquido nos pulmões devido à insuficiência cardíaca. Mas o risco é que esse medicamento também pode baixar ainda mais a pressão arterial; causar desidratação; alterar os níveis de sódio e potássio e piorar a função dos rins.
Além disso, é bom que voce saiba que a falta de ar também pode ter outras causas, como infecção pulmonar, anemia, arritmia, piora da doença cardíaca ou até problemas respiratórios.
Nesse momento a atitude mais prudente será buscar, logo, uma segunda opinião de outro cardiologista, para reavaliar o caso e redefinir o tratamento. Dr. Ítalo e Dr. Rosemberg são excelentes cardiologistas. Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881) e agende a consulta do seu pai. Depois me dê noticias.
Desculpe-me, mas não sei como ajudar-lhe a conseguir um laudo medico. Suponho que não será fácil encontrar um ortopedista que lhe forneça tal documento porque você deseja que ele o faça. Seria mais prudente você agendar uma consulta com ortopedista especialista em coluna. Depois de lhe examinar e realizar exames, ele decidirá se você é portadora de alguma doença para a qual deverá emitir um laudo/atestado. Agora, se você já entrar no consultório dizendo: “EU PRECISO DE UM LAUDO MÉDICO”, o clima vai pesar.
Não sou dermatologista, mas minha impressão, baseada apenas na foto e na sua história, é que a chance de ser uma lesão inflamatória crônica é muito maior do que a de um câncer de pele. Ainda assim, a persistência por tanto tempo justifica que ela seja examinada pelo médico especialista em doenças da pele.
Afinal, trata-se de uma lesão que persiste há mais de um ano, será prudente uma avaliação dermatológica com dermatoscopia. É um exame rápido, indolor e geralmente suficiente para diferenciar uma lesão inflamatória de um tumor de pele. Caso reste dúvida, uma pequena biópsia resolverá definitivamente o diagnóstico.
66.812.881
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