Na maioria das vezes, urina muito amarela, isoladamente, não significa problema renal. A causa mais comum é simplesmente urina mais concentrada por menor ingestão de líquidos, calor ou transpiração. Vitamina B também pode deixar a urina amarelo-vivo, quase fluorescente.
Observe um teste simples: ao longo do dia, beba bastante água, sem exagerar. Se a urina clarear, isso significa concentração por pouca água.
Agora, se a alteração persistir por vários dias ou vier acompanhada de espuma persistente, sangue, ardência, dor lombar, inchaço, redução do volume urinário ou pressão elevada. Nessa situação, exames iniciais úteis são EAS (urina tipo I), relação albumina/creatinina urinária, creatinina sanguínea com TFG estimada e ureia. A doença renal pode existir mesmo com urina de aparência normal, portanto a cor, sozinha, não avalia a função dos rins.
A tireoplastia tipo III é uma cirurgia da laringe para reduzir tornar a voz mais grave. É um procedimento especializado dentro da otorrinolaringologia, realizado por laringologista/cirurgião de voz, e não apenas por um otorrino geral. A literatura técnica descreve sua realização habitualmente sob anestesia local com sedação, permitindo avaliação da voz durante o procedimento.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881), esclareça suas duvidas e agende sua cirugia. Se restar alguma duvida ou indefinição, volte a falar comigo.
Algumas dores são esperadas após uma histerectomia, principalmente nos primeiros dias, mas dor muito forte, crescente ou que não melhora com os analgésicos prescritos precisa ser avaliada, porque também pode ocorrer em complicações pós-operatórias.
Procure o cirurgião/ginecologista que realizou a operação, ainda hoje. Se a dor for intensa ou estiver acompanhada de febre, sangramento vaginal importante, secreção com mau cheiro, barriga muito distendida, vômitos persistentes, dificuldade para urinar, desmaio, falta de ar ou dor/inchaço em uma perna, procure um pronto-socorro imediatamente.
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O diagnostico mais provável para seu caso é de “eflúvio telógeno”, iniciado pela deficiência de ferro, mas seis meses de queda persistente justificam investigar outras causas e, sobretudo, confirmar se realmente é eflúvio telógeno ou se existe alopecia androgenética associada. A ferritina ter subido de 18 para 119 é uma boa correção do estoque de ferro, mas o cabelo não responde imediatamente: o ciclo folicular tem atraso de meses, portanto a queda pode continuar algum tempo mesmo depois de corrigida a causa.
Eu faria agora esta investigação:
-TSH e T4 livre
-Ferritina + ferro sérico + transferrina/CTLF + saturação de transferrina, principalmente para confirmar a situação após a reposição
-25-OH vitamina D
-Vitamina B12 de controle
-Zinco sérico
-Ácido fólico
-Proteínas totais e albumina
-Função renal e hepática.
Mas há algo mais importante que exames de sangue: procure um dermatologista que trabalhe com cabelo e faça tricoscopia. Ela pode mostrar se os fios estão apenas entrando prematuramente na fase telógena ou se existe miniaturização folicular típica da alopecia androgenética.
Também vale reconstruir o que aconteceu 2 a 4 meses antes de a queda começar: infecção ou febre importante, COVID, cirurgia, perda rápida de peso, dieta restritiva, estresse intenso, início ou suspensão de anticoncepcional, gravidez/parto ou mudança de medicamentos. O eflúvio telógeno costuma aparecer com atraso depois do fator desencadeante.
E um detalhe tranquilizador: lavar o cabelo dia sim, dia não não provoca essa queda. A lavagem apenas faz aparecer no banho os fios que já haviam entrado na fase de queda.
Para diagnóstico de VPPB (vertigem posicional paroxística benigna), o especialista mais específico é o otorrinolaringologista com atuação em otoneurologia. Ele realiza as manobras posicionais diagnósticas, principalmente Dix-Hallpike e, quando necessário, head-roll test. Confirmada a VPPB e identificado o canal acometido, pode fazer imediatamente a manobra terapêutica adequada, como Epley.
Mas não vejo necessidade de você ir numa consulta com otoneurologia para curar sua VPPB. Vá ao Youtube e digite “manobra de Epley”. Siga direitinho a orientação apresentada pelo vídeo. Se você for realmente portador de VPPB, logo na primeira ou segunda realização da manobra seus sintomas desaparecerão. Tente, se não funcionar, me avise e lhe indicarei um otorrino que realizará a manobra com você. Dê noticia.
Ligue ou mande essa mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as atendentes vão esclarecer suas duvidas e agendar seu exame.
Quando você diz “transplante de um anel”, você se refere a anel intracorneano para ceratocone? E sobre a “lente” colocada depois, é uma lente intraocular implantada? E agora você percebeu que essa lente está “saindo”! Pois seu caso precisa de uma avaliação oftalmológica, urgente.
Não tente empurrar, reposicionar ou retirar a lente e não esfregue o olho.
Sim. O SUS doa medicamentos para glaucoma, e atualmente há mais de uma forma de receber. O programa Farmácia Popular inclui glaucoma entre as condições com medicamentos gratuitos. Para retirar basta apresentar receita médica válida, documento oficial com foto e CPF, em uma farmácia credenciada. A receita pode ser do SUS ou de médico particular.
Não. Para realizar uma ultrassonografia transvaginal você não precisa apresentar uma solicitação médica. Basta que você se dirija à clínica escolhida e informe, na recepção, que deseja realizar esse exame.
Só há um detalhe: esse exame não deve ser realizado por mulheres virgens.
Ligue para o Whats do Medclub (3131.1881) e agende sua consulta com Drª. Sângela. Ela é excelente clínica e, com certeza, lhe atenderá muito bem. Depois me diga o que você achou da consulta.
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