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#44446
Enviado Anônimamente 06/08/2020

Meu irmão tá com depressão, qual remédio posso dar pra ele? Que não tenha reações muito fortes.

Há variadas formas e intensidades de quadros depressivos, sendo que podem ter origem endógena (a causa vem de dentro da pessoa) ou exógena (a causa vem de fora). Só uma consulta com psicólogo, ou com psiquiatra, poderá permitir que se chegue a um tratamento eficaz. Sugiro que você agende consulta (por video ou presencial) com psicólogo ou com psiquiatra, através do aplicativo Medclub.

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Enviado Anônimamente
Dr. Este texto abriu mais minha mente, quando fiz a pergunta a cima realmente estava com medo, pois tenho uma vizinha de idade q está internada, mas agora meus olhos se abriram novamente. Meu muito obrigado pelos esclarecimentos, eu já tinha minhas dúvidas em relação a Covid, pois eu via o número de morte "1.000' por dia no Brasil (e comecei a pensar, mas 1.000 mortes em um país com mais de 209,5 milhões, é relativamente pouca, o índice de mortalidade é muito baixa) porém a mídia e a indústria farmacêutica passaram a ver isso como uma forma de gerar lucro. E a gente acaba 'caindo' na armadilha, mas ainda bem que o senhor me ajudou.


O Covid se tornou a nova religião da era moderna (que só tem o intuito de espalhar medo na população em geral) assim como são todas as religiões. A máscara, o aperto de mão são os novos terços, a nova bíblia, a nova penitência, o álcool em gel é a nova água benta. Quem não a segue é julgado pelos outros.

Obrigado! E vamos em frente!
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08/08/2020
Há apenas um mês, a ideia de que a maioria das pessoas não é suscetível ao Covid-19 seria considerada negacionismo.

No início de maio, o Professor de Stanford e Prêmio Nobel Michael Levitt afirmou à Freddie Sayers, em entrevista ao LockdownTV/UnHerd, que as curvas de crescimento da doença nunca foram realmente exponenciais, sugerindo algum tipo de "imunidade anterior".

Hoje, porém, evidências de algum nível de resistência e imunidade anteriores à Covid-19 estão presentes em artigos publicados revisados por pares. Por exemplo, um estudo publicado em meados de maio na revista científica Cell, da Elsevier, sugere que 40% a 60% das pessoas não expostas têm resistência de outros coronavírus.

"É importante ressaltar que detectamos células T CD4+ reativas ao SARS-CoV-2 em 40% a 60% dos indivíduos não expostos, sugerindo o reconhecimento de células T reativas cruzadas entre coronavírus circulantes de resfriado comum e SARS-CoV-2", diz o artigo.

Agora, de um membro proeminente do SAGE, o grupo criado para desafiar os pareceres científicos do governo britânico, vem a afirmação de que a parcela das pessoas que não são suscetíveis ao Covid-19 pode chegar a 80%.

O professor Karl Friston, como Michael Levitt, não é um virologista; sua experiência é compreender processos biológicos complexos e dinâmicos, representando-os em modelos matemáticos. No campo da neurociência, ele foi classificado pela revista Science como o mais influente do mundo. É regularmente citado como um cientista que provavelmente será agraciado com um Nobel.

Friston inventou uma técnica chamada de “mapeamento paramétrico estatístico” para entender a imagem cerebral e, nos últimos meses, ele vem aplicando seu método particular de análise bayesiana, que ele chama de “modelagem causal dinâmica”, aos dados disponíveis da Covid-19.

"Até o momento, nossas previsões foram precisas dentro de um ou dois dias; portanto, há uma validade preditiva em nossos modelos que os convencionais não possuem", explicou Friston ao The Guardian.

Seus modelos sugerem que a grande diferença entre os resultados no Reino Unido e na Alemanha, por exemplo, não é primariamente um efeito de diferentes ações governamentais, mas é melhor explicada pelas diferenças entre as populações, que fazem a "população suscetível” da Alemanha muito menor do que no Reino Unido.

"O fato é que o alemão médio tem menos probabilidade de ser infectado e morrer do que o britânico médio. Por quê? Existem várias explicações possíveis, mas uma que parece cada vez mais provável é que a Alemanha tenha mais “matéria escura” imunológica – pessoas que são impermeáveis à infecção, talvez porque estejam geograficamente isoladas ou tenham algum tipo de resistência natural. É como a matéria escura no universo: não podemos vê-la, mas sabemos que deve estar lá", especulou.

A matéria escura específica mencionada acima compreende um subconjunto da população que participa da epidemia de uma maneira que os torna menos suscetíveis à infecção – ou menos propensos a transmitir o vírus. Esse tipo de matéria escura representa um desvio das abordagens epidemiológicas básicas de doenças infecciosas que assumem 100% de suscetibilidade da população.

"Tecnicamente, a evidência para essa matéria escura é esmagadora; no sentido de que a evidência (também conhecida como probabilidade marginal) de modelos com essa subpopulação é muito maior do que a evidência de modelos equivalentes sem ela", escreve Friston.

O cientista destaca que uma vez que se incorpora no modelo comportamentos que as pessoas adotam de qualquer maneira, como ficar na cama quando estão doentes, o efeito do lockdown "literalmente desaparece".

Sua explicação para os resultados de mortalidade notavelmente semelhantes na Suécia (sem lockdown) e no Reino Unido (lockdown total) é que "eles não eram realmente diferentes. Porque no final das contas, os processos reais que entram na dinâmica epidemiológica – os comportamentos reais, o distanciamento, foram especificados evolutivamente pela maneira como nos comportamos quando temos uma infecção”.

Isso significaria que a principal suposição subjacente por trás dos lockdowns, tipificada pelas famosas previsões do Imperial College – sem controle a doença contaminaria toda a população de todos os países e mataria cerca de 1% dos infectados, levando a incontáveis milhões de mortes em todo o mundo – estava errada, por um grande fator.

Contudo, Friston disse que as premissas dos modelos de Neil Ferguson estavam todas corretas, "sob a qualificação de que a população de quem eles estavam falando é muito menor do que você imagina". Em outras palavras, Ferguson estava certo de que cerca de 80% das pessoas suscetíveis seriam rapidamente infectadas, e estava certo de que entre 0,5% e 1% morreria, mas não percebeu que a população suscetível era apenas uma pequena parcela de pessoas no Reino Unido e uma parcela ainda menor em países como a Alemanha e outros países.

O que muda tudo.

Em circunstâncias normais, a maioria das pessoas nunca irá contrair a doença.

Naturalmente, cenários com uma carga viral muito alta, como médicos que tratam pacientes com Covid-19 em hospitais, podem vencer essas defesas.

A maior ação governamental coordenada da história, fechando à força a maioria das sociedades do mundo com consequências que podem durar gerações, teria sido baseada em ciência falha.

Os efeitos colaterais na América já podem ser mais mortais do que a pandemia.

Scott Atlas, da Hoover Institution, estima que as conseqüências do desemprego, da falta de consultas médicas e de outros fatores durante os dois meses de lockdown levarão a tantas mortes extras que os americanos perderão 1,5 milhão de anos acumulados de vida, o dobro do total perdido até o momento com a Covid-19.

* Com informações da LockdownTV/UnHerd, The Guardian, Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), City Journal, Hoover Institution
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13/08/2020

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