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Usuario Anônimo 30/07/2026
#52645
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Boa noite! Analisei o resultado da sua ultrassonografia. Ela mostra tendinopatia do supraespinhal e, em menor grau, do infraespinhal, sem sinais de ruptura. Isso é uma boa notícia.

É comum que, nas primeiras sessões de fisioterapia, ocorra um aumento transitório da dor. Mas essa dor não deve ser intensa nem persistir por vários dias.

Não suspenda a fisioterapia por conta própria, mas informe o fisioterapeuta e o ortopedista sobre essa piora. Provavelmente será necessário reduzir a intensidade dos exercícios e retomar quando melhorar.

Se a dor for muito intensa, impedir os movimentos do ombro, vier acompanhada de perda importante de força ou não apresentar qualquer melhora após 48 a 72 horas, vale a pena reavaliar com o ortopedista antes da próxima sessão.

Enquanto isso, procure evitar atividades acima da linha do ombro e movimentos repetitivos. Compressas frias por 15 a 20 minutos, três a quatro vezes ao dia, costumam ajudar bastante.

Mas fique tranquila. Na maioria dos casos de tendinopatia sem ruptura, o tratamento conservador com fisioterapia, feita na intensidade adequada, leva a uma melhora progressiva. O importante é que a reabilitação seja ajustada conforme sua resposta, e não suportar uma dores acreditando que ela seja necessária para melhorar. Desejo-lhe uma boa recuperação!

Respondido em 02/08/2026
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Usuario Anônimo 30/07/2026
#52644
Respondido por:
Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Nas farmácias.

Respondido em 02/08/2026
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Usuario Anônimo 30/07/2026
#52643
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Como seu filho tem 14 anos, os exames laboratoriais de rotina que a nutricionista considera necessários podem ser solicitados por um médico. As especialidades mais indicadas são:

1.Pediatra: é a melhor opção na maioria dos casos. O pediatra acompanha adolescentes até os 18 ou 19 anos e pode avaliar o crescimento, a puberdade, o estado nutricional e solicitar os exames necessários. 

2.Endocrinologista Pediátrico: indicado se houver suspeita de alterações hormonais, obesidade, baixa estatura, diabetes, distúrbios da tireoide ou outros problemas endócrinos.


Se a finalidade da consulta for é apenas manter o acompanhamento nutricional e realizar exames de rotina (como hemograma, ferro, vitamina D, vitamina B12, glicemia, perfil lipídico, entre outros, quando indicados), o pediatra é o profissional que vai resolver a questão. 

Respondido em 02/08/2026
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Usuario Anônimo 30/07/2026
#52641
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Nada entendi. Explique melhor sua mensagem, por favor.

Respondido em 02/08/2026
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Usuario Anônimo 29/07/2026
#52640
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Pela sua descrição é muito provável que se trate de uma lesão benigna.

As possibilidades mais comuns são: 

1.Lipoma: um pequeno acúmulo de gordura sob a pele. Geralmente é macio, móvel ao toque, indolor e cresce muito lentamente ou permanece estável.

2.Cisto sebáceo: uma bolinha sob a pele, arredondada e indolor, podendo permanecer igual por muito tempo.

3.Pequena hérnia da parede abdominal: pode ficar mais evidente quando a barriga está cheia, ao tossir ou fazer força. 

Como seu filho é uma criança (ou adolescente), lipomas são menos frequentes do que em adultos, e qualquer nódulo novo precisa ser examinado por um pediatra ou cirurgião pediátrico.

O que fazer: 

Como ele está estável há 3 meses e não apresenta sintomas, não é uma urgência. Vale marcar uma consulta nas próximas semanas. Em muitos casos, apenas o exame físico já esclarece o diagnóstico. Se houver dúvida, o médico pode solicitar uma ultrassonografia de partes moles, que é um exame simples, sem radiação e costuma identificar se se trata de gordura, cisto, hérnia ou outra alteração. 

Respondido em 02/08/2026
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Usuario Anônimo 29/07/2026
#52639
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Ligue para o Whats do Medclub (3131.1881): as atendentes vão esclarecer todas as suas dúvidas sobre resultados de exames.

Respondido em 29/07/2026
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Usuario Anônimo 28/07/2026
#52638
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Em muitos casos, sim, uma pessoa com hemoglobina de 7,5 g/dL pode realizar uma endoscopia digestiva alta. Principalmente se a endoscopia foi indicada justamente para investigar a causa da anemia. Nesse caso o exame está indicado para pesquisar um sangramento no estômago. Por isso o exame não deve ser adiado apenas por causa da hemoglobina baixa. Pelo contrário, descobrir a causa pode ser urgente.

Mas 7,5 g/dL é uma anemia importante. Antes do procedimento, o médico avaliar: se ele está estável (pressão arterial, frequência cardíaca, oxigenação); se apresenta sintomas como falta de ar em repouso, dor no peito, tonturas intensas ou desmaios; se há suspeita de sangramento digestivo ativo; se possui doenças cardíacas ou pulmonares, que podem tornar a anemia mais perigosa.

Quanto à sedação, a hemoglobina baixa não é uma contraindicação absoluta, mas o anestesista e o endoscopista precisam estar atentos  para decidir se é necessário uma transfusão antes do exame. 

Respondido em 29/07/2026
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Usuario Anônimo 28/07/2026
#52637
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Um cálculo renal de 2,8 cm é considerado grande, sendo impossível que ele seja eliminado espontaneamente ou tratado apenas com medicamentos. Além disso, a litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LECO), que fragmenta o cálculo sem cortes, tem muito baixa eficácia para cálculos desse tamanho, especialmente se estiverem localizados em determinados pontos do rim.

Na prática, as principais opções são:

1.Nefrostomia percutânea (PCNL), que é o tratamento de escolha na maioria dos casos de cálculos maiores que 2 cm. Apesar de ser um procedimento cirúrgico, ele é pouco invasivo. É o método com maior taxa de sucesso para cálculos de 2,8 cm.

2.Cirurgia intrarrenal retrógrada (Ureterorenotripsia). Nesse procedimento não há cortes na pele. O aparelho entra pela uretra, passa pela bexiga e sobe pelo ureter até o rim, onde o cálculo é fragmentado.

3.Litotripsia extracorpórea (LECO) pode ser usada, mas é a pior opção para um cálculo de 2,8 cm, devido ao risco de fragmentação incompleta e necessidade de múltiplos tratamentos.


Em resumo

Para um cálculo de 2,8 cm, a alternativa sem incisão (ureteroscopia flexível) pode ser viável em alguns pacientes, mas frequentemente exige mais de um procedimento. Por isso, na maioria dos casos a nefrolitotomia percutânea continua sendo a opção que oferece a maior chance de remover completamente o cálculo em uma única intervenção, com excelente taxa de sucesso, quando realizada por uma equipe experiente.

Agora você deverá consultar com um urologista com experiencia nesse tipo de cirurgia. Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881), esclareça suas duvidas e peça orçamento para a cirurgia. 

Respondido em 29/07/2026
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Usuario Anônimo 28/07/2026
#52636
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Seu exame mostra uma fratura do osso temporal direito, acometendo as porções escamosa e mastoidea, com envolvimento do tegmen timpânico. Trata-se de um caso sério e poderá evoluir para serias complicações, tais como meningites bacterianas e abscessos cerebrais.

O radiologista acrescenta uma observação muito importante: “mediante indicação clínica, o estudo de cisternografia direcionado poderá trazer maiores subsídios diagnósticos”. Além disso, existe conteúdo nas células mastoideas direitas, compatível com hemossinus/secreção pós-traumática.

O ponto fundamental é este: a tomografia não demonstrou uma fístula liquórica, mas também não a excluiu. Tanto que o próprio laudo recomenda que, se houver suspeita clínica, seja realizada uma cisternografia, justamente porque esse exame é mais sensível para detectar um vazamento de líquor.

No seu caso, existe uma combinação que merece muita atenção:

-fratura do osso temporal envolvendo o tegmen timpânico;

-saída de secreção transparente pelo ouvido;

-secreção pelo nariz;

-cefaleia importante;

-tonturas persistentes;

-piora dos sintomas após retornar ao trabalho.

Esses achados justificam uma nova avaliação médica, mesmo que anteriormente o neurocirurgião tenha concluído que não havia indicação cirúrgica. O fato de não precisar de cirurgia não significa que não possa existir uma complicação que necessite investigação.


O QUE FAZER: 

Não aguarde meses por uma consulta ambulatorial. Procure logo um hospital com otorrinolaringologista e neurocirurgião, levando: esta tomografia; todos os exames anteriores; informando claramente que houve saída de líquido transparente pelo ouvido após uma fratura do osso temporal.

É muito provável que a equipe considere a necessidade de: cisternografia (como sugerido no próprio laudo) e teste para confirmar se a secreção é realmente líquor.

Respondido em 29/07/2026
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Usuario Anônimo 27/07/2026
#52635
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Dr. José Cerqueira Dantas
Dr. José Cerqueira Dantas CRM - 473

Esses sintomas podem ocorrer em situações como:

-Uretrite,

-Infecção urinária (menos comum em homens jovens, mas possível).

-Prostatite.

-Irritação ou inflamação da uretra sem infecção ativa.

-Bexiga hiperativa ou outras causas urológicas, caso a infecção já tenha sido tratada.

A nitrofurantoína costuma ser indicada para infecção urinária da bexiga, mas não é eficaz para uretrite nem penetra bem na próstata. Já a combinação de azitromicina e doxiciclina cobre algumas causas de uretrite, porém nem todas. Algumas bactérias, especialmente Mycoplasma genitalium, podem ser resistentes a esses medicamentos. 

E AGORA?

O ideal é consultar um urologista. Dependendo da sua história, ele poderá solicitar:

-Exame de urina (EAS).

-Urocultura.

-Teste molecular (PCR) da primeira urina ou do corrimento para ISTs, incluindo clamídia e gonorreia.

-Avaliação da próstata, se houver suspeita de prostatite.


Enquanto isso:

-Beba água normalmente, sem exageros.

-Evite iniciar outro antibiótico por conta própria, pois isso pode dificultar o diagnóstico.

-Se houve relação sexual desprotegida nas semanas anteriores ao início dos sintomas, informe isso ao médico, pois muda bastante a investigação. Nessa situação, também pode ser necessário avaliar e tratar o(a) parceiro(a).

Respondido em 29/07/2026
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