Não sei informar.
14/10/2026
O seu TSH está dentro da normalidade, assim como o T3 livre.
O T4 livre de 0,71 ng/dL merece atenção. Dependendo do intervalo de referência utilizado, pode estar discretamente reduzido.
Quando o T4 livre está baixo e o TSH permanece normal, é importante confirmar o resultado e considerar fatores como medicamentos, alterações laboratoriais e, menos frequentemente, disfunção hipofisária.
Esses exames, isoladamente, não justificam iniciar tratamento para tireoide.
Sim. O tratamento da sífilis pode ser realizado integralmente na rede particular, tanto em clínicas quanto em consultórios e hospitais privados.
Portanto, você tem duas opções:
Rede particular: consulta com infectologista, dermatologista ou com clínico geral, realização dos exames e uso do antibiótico.
SUS: diagnóstico, acompanhamento e tratamento gratuitos, inclusive com penicilina benzatina (Benzetacil).
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras esclarecerão todas as suas dúvidas e agendarão sua consulta.
Dr. Wellington Nunes é um excelente cirurgião dermatologista. Ligue para o Whats do medclub (3131.1881) e agende sua consulta.
Esse é um assunto da mais completa autonomia médica. Ninguém pode obrigar um médico a emitir um atestado. Só ele decide se e quando fornecer um laudo médico.
A conduta mais prudente será entrar em contato com seu psiquiatra antes da consulta agendada, informando que os sintomas estão retornando e que surgiu um comportamento que provoca lesões na pele.
Enquanto isso:
Continue tomando a paroxetina exatamente como prescrita. Não aumente, reduza ou suspenda por conta própria. A interrupção abrupta pode causar sintomas importantes de descontinuação.
Para o sono: mantenha horários regulares, evite cafeína após o almoço e reduza o uso de telas antes de dormir.
Para o hábito de cutucar o couro cabeludo: mantenha as unhas curtas, identifique os momentos em que isso acontece e procure ocupar as mãos com uma bolinha antiestresse ou outro objeto. Cuide das feridas, evitando produtos irritantes.
Procure iniciar a psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental. Técnicas de reversão de hábitos podem ser muito úteis para controlar o comportamento de escoriação.
Registre diariamente a intensidade da ansiedade, as horas de sono e a frequência dos episódios de cutucar a pele. Isso ajudará seu médico a decidir se é necessário ajustar ou substituir a medicação.
Se surgirem feridas com pus, vermelhidão progressiva ou febre, procure atendimento. Se você passar a dormir muito pouco sem sentir sono, apresentar agitação intensa, impulsividade incomum ou pensamentos de se machucar, procure avaliação médica urgente.
O preço da consulta com neurologista varia conforme o médico escolhido. Consulte o aplicativo Medclub. Você também pode ligar ou mandar essa mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as atendentes vão esclarecer todas as suas dúvidas e agendarão sua consulta.
Aos 60 anos, o zumbido é uma queixa comum, mas não existe um medicamento único que funcione para todos os casos. O tratamento depende da causa.
O zumbido pode ser causado por uma perda auditiva, por exposição a ruídos, por acúmulo de cerume, por tumores nos nervos auditivos, por doenças do ouvido interno ou pelo uso de determinados medicamentos.
O mais prudente é não tomar remédios por conta própria.
O ideal é consultar um otorrinolaringologista e realizar uma audiometria.
Se o zumbido começou de repente acompanhado de perda auditiva, procure atendimento otorrinolaringológico de urgência, preferencialmente hoje. Se acompanha o ritmo dos batimentos cardíacos, também precisa de avaliação médica urgente.
No Hospital Flávio Santos você encontra atendimentos 24 horas.
Pelo que entendi você deseja saber o que pode ter provocado essas tromboses venosas.
As principais causas de TVP (trombose venosa profunda) são:
1. Sedentarismo: há pouca movimentação das pernas e o sangue parado coagula, formando trombos.
2. Predisposição à coagulação: algumas pessoas apresentam tendência familiar à formação de coágulos.
3. Idade e excesso de peso: o risco de trombose aumenta com o envelhecimento e com a obesidade.
4. Alterações hormonais: uso de anticoncepcionais ou terapia hormonal, pode aumentar muito o risco.
5. Doenças inflamatórias, autoimunes ou neoplásicas: algumas doenças podem aumentar a coagulação sanguínea, mesmo antes de produzirem outros sintomas.
6. Alterações da circulação venosa: varizes, compressões venosas, insuficiência venosa e outras alterações anatômicas podem contribuir para a formação de trombos.
Muitas vezes dois ou mais fatores estão juntos na produção de trombose venosa profunda.
A hipertensão arterial não é uma causa direta de TVP.
E agora, o que fazer?
Como você completará três meses de anticoagulação em novembro, será prudente fazer uma reavaliação com angiologista ou hematologista antes de interromper o medicamento.
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